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Ouro&Dinheiro
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Por que Ouro e Prata Agora? Devido às atuais circunstâncias envolvendo a situação das economias do mundo todo, deixar de comprar Ouro e Prata certamente é uma das piores decisões financeiras que alguém pode tomar. Eis aqui alguns motivos. 1- As Novas Economias Socialistas dos Estados Unidos e do Brasil Perdoem-nos pelo tom de objetividade, mas é necessária uma boa dose de desconhecimento dos fatos a fim de que alguém deixe de reconhecer que tanto o governo de Obama, nos EUA, como o governo do Partido dos Trabalhadores (Comunista), no Brasil, estão sendo, rápida e dramaticamente, orientados no sentido de socializar (Comunismo em alto e bom som) as economias de ambas as nações. E esta é uma diretriz impulsionada e conduzida pela Organização das Nações Unidas, a futura sede do Governo Socialista Global (também conhecido por Nova Ordem Mundial). E se alguém ainda pensa que isto não passa de teoria da conspiração, saiba que os próprios arquitetos do Governo Mundial não mais escondem, eles mesmos, seus planos para o futuro. Estados comunistas (hoje eufemisticamente chamados de socialistas), historicamente sempre inflacionam suas moedas. Nos Estados Unidos, por exemplo, o governo Obama, o Congresso norte-americano e o Federal Reserve estão diluindo o dólar de modo inédito na história americana, inflacionando-o de modo aberrante e imprimindo cada vez mais papel moeda. O governo de Barack Hussein Obama e o FED já injetaram no mercado financeiro trilhões de dólares feitos do nada, sem lastro algum. E continuam a fazê-lo de modo acelerado. Tanto que a expressão Fallen Dollar (Dólar Falido - ou caído) já se tornou corrente na internet e em outras mídias, e isto não sem razão. O governo comunista do Partido dos Trabalhadores (e aliados), com seus programas sociais populistas, farta distribuição de cargos políticos e outros gastos governamentais espetaculares, estão criando o maior déficit público histórico desde que Cabral aportou no Brasil pela primeira vez. E ainda outro fato que a muitos parece estar passando completamente desapercebido: A gigantesca colcha de retalhos em que estão se transformando os Estados brasileiros, hoje fragmentados em mais de 5.600 municípios, a maioria deles completamente inviáveis economicamente. E todas estas coisas sem uma contrapartida econômica de produção real de bens e de serviços, com uma balança comercial cada vez mais capengante, e um papel moeda (o Real) cada vez mais próximo de valer tanto quanto papel de embrulho. E a solução maquiavélica para custear todas estas despesas não é outra senão um aumento inacreditável da carga tributária, emissão sem fim de Títulos Públicos, de papel moeda e a manutenção de juros altos e aberrantes que destoam dramaticamente de qualquer mínima administração política e econômica fundamentada em ciência econômica fidedigna e em bom senso. A dívida pública brasileira é hoje de mais de 1,7 trilhões de reais. O que antes nos EUA e no Brasil poderia ser chamado de inflação da moeda, hoje deveria ser chamado de diluição da moeda. Não haverá outra consequência possível diante de uma situação assim senão o caos econômico que já se levanta como onda bravia no horizonte do mar. Já não falta muito até que a elevadíssima carga tributária brasileira e o pífio desempenho da economia brasileira terminem por explodir em uma onda devastadora de desemprego, miséria, fome e grandes greves pelo Brasil afora. E como essas coisas serão solucionadas? Com mais emissão de papel moeda e títulos públicos? Há limites bem definidos em economia, e quando esses limites são atingidos (e ultrapassados), a História tem mostrado que o resultado não é outro senão a quebradeira generalizada do Estado com todas as suas mórbidas consequências já bem conhecidas. E não se iluda! Você não ouvirá falar sobre estas coisas nas principais emissoras de televisão e nem nos jornais de grande circulação, a maioria seduzida pelas verbas publicitárias de um dos mais nefastos (senão o mais nefasto de todos) governos da história da nação brasileira, o governo do PT. 2- Dinheiro Real O Ouro e a Prata sempre foram dinheiro real em todas as épocas e em todos os continentes. O período do papel moeda está chegando ao seu fim, e isto porque já não é mais possível resgatá-lo em nada e por nada. O dinheiro digital já está substituindo o papel moeda de modo acelerado, e não há nada de bom nisso, e a razão é porque o que hoje se entende por dinheiro está, rapidamente, se transformando em monopólio dos bancos e dos governos. Já está se criando uma relação de dependência neo-escravagista entre o sistema bancos-governos a fim de que ninguém que possua “dinheiro”, de fato possua alguma coisa, senão números virtuais em computadores, os quais justamente por estarem nos computadores do sistema bancos-governo não será de fato seu dinheiro, mas o dinheiro deles, visto que você não mais possuirá nada de tangível, nada que lhe esteja totalmente sob controle. A relação de dependência neoescravagista dos cidadãos com o sistema bancos-governo já está em plena execução. Por toda a História (e os exemplos são muitos), todas as vezes em que o dinheiro de uma nação foi sepultado pelo processo inflacionário, o ouro e a prata (especialmente a prata) foram os únicos ativos que puderam preservar valor em universos falidos. O ouro e a prata como ativos de meio de troca e de preservação de riqueza sempre foram os únicos a sobreviver enquanto terras e gado eram confiscados (ou roubados) e, mais recentemente, quando ações de empresas passaram a valer tanto quanto casca de amendoim. Durante os tenebrosos momentos da Segunda Grande Guerra, foi justamente a prata (mais do que o ouro - este por demais escasso) que proporcionou a sobrevivência de indivíduos e de empresas. Chegou-se ao ponto, durante a Segunda Guerra, onde comida só podia ser adquirida mediante prata, assim também como transportes para se fugir de regiões em intenso conflito e também para a aquisição de vestuário. E, apenas para constar, em 1936, quando o Partido dos Trabalhadores da Alemanha Nazista já se encontrava armado até os dentes, grande parte da população européia julgava que dias melhores estavam pela frente. Afinal, o que poderia ser pior do que a Primeira Grande Guerra? O ano de 1939 mostrou que a maioria estava equivocada, desatenta e despreparada para o que estava por vir. Mas quem acumulou ouro e prata pôde estar em grande vantagem diante das sequências de catástrofes que se iniciaram com a ascensão do Partido dos Trabalhadores da Alemanha Nazista ao poder e com a deflagração das guerras que viriam a seguir. E você, realmente, acredita que está tudo calmo agora? Hoje, abril de 2010? Pare e observe o mundo à sua volta! 3- Demanda e Oferta de Prata e Ouro Ambos estes metais preciosos são muito mais escassos e raros do que a maioria das pessoas supõe. Todo o ouro que já foi extraído do solo desde o raiar da História (o que hoje inclui todo o ouro em posse de governos, o ouro distribuído em jóias por todo o planeta, e até as incríveis quantidades de ouro que jazem nas profundezas dos oceanos, afundadas juntamente com embarcações ao longo de centenas e centenas de anos), todo esse ouro seria suficiente apenas para que se construísse um cubo com dimensões aproximadas de uma casa de oito andares! A atual demanda pelo ouro já deixou a sua produção bem para trás. E esta é uma das razões porque o ouro dificilmente cairá de preço (salvo por um brevíssimo período de tempo, e se é que isto chegue a acontecer). Por semelhante modo, as principais minas de prata que existem no mundo (as chamadas minas de fácil acesso) já foram todas exauridas. Por exemplo, as minas espanholas de onde vinha a prata que supria o Império Romano (a prata era usada como o dinheiro do dia a dia) já foram completamente exauridas, há muito tempo. Agora que os olhares do mundo estão se voltando, como nunca, para o ouro e para a prata, e como o mercado dos metais preciosos está se tornando cada vez mais lucrativo, novas minas de ouro e de prata estão sendo buscadas. Todavia, as que têm sido descobertas estão longe de pertencerem às chamadas minas de fácil acesso, o que significa que investimentos de grande monta são necessários para a atual mineração do ouro e da prata, e estima-se que diversas dessas minas só estarão plenamente operacionais em períodos que variam de sete a dez anos. O resultado imediato disto é hoje o que se vê: Uma demanda crescente pela prata e pelo ouro diante de uma produção completamente estagnada e que a cada dia que passa mais se afasta da demanda por estes metais preciosos. E, finalizando, é interessante lembrar que o Brasil é um grande produtor de ouro, mas a produção de prata no Brasil é minúscula.
Equipe Ouro&Dinheiro
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