“Se existe alguma coisa a respeito da qual se deva fazer exatamente o oposto do que o governo e a mídia lhe dizem para fazer, essa coisa é investir em ouro”. Robert Ringer

 Uma rápida reordenação da hierarquia econômica global está em pleno curso, transformando a vida de bilhões de pessoas e preparando o cenário internacional (e também nacional) para um significativo aumento da demanda pelas commodities em geral. A Ásia, liderada pela China, continua a aumentar sua demanda por commodities e em 2025, o chamado mundo em desenvolvimento deverá ser responsável por um escalonamento de dois terços da produção mundial total da economia.

Com bilhões de pessoas em todo o mundo se juntando às fileiras da classe média global, estas pessoas estarão abocanhando quantidades cada vez maiores de itens de consumo como eletrodomésticos, carros, além de estarem sustentando uma enorme demanda por commodities. E esta é uma boa notícia para o mercado nacional e internacional das commodities.

Abrir a mente para o mundo das commodities é muito mais do que uma idéia com potenciais para excelentes investimentos, além de ser algo crucial para o sucesso de um investidor (hoje cada vez mais sujeito ao conceito da aplicabilidade do termo “investidor global”).

Quando alguém começa a perceber (uma nova mentalidade de investimento) que commodities (mercadorias) são coisas reais, do petróleo que movimenta os veículos nas estradas ao café dentro da xícara, e também ao ouro, pode-se também perceber as amplas implicações dos valores e dos preços das commodities em uma enorme gama de investimentos. Moedas, imóveis, títulos públicos (Bonds), ações e diversos outros ativos são sempre impactados quando o preço das commodities se encontra em elevação (e aqui deve ser considerado todo o universo de investimentos que giram em torno desse gigantesco e poderoso mercado).

Quando a demanda por commodities é forte, os países ricos em recursos naturais são ótimos lugares para se procurar oportunidades de investimento sólido. E a despeito da trágica administração da economia brasileira, infestada de parasitas do Estado até o mais profundo de suas vísceras, uma sólida compreensão do universo do mercado das commodities poderá lhe dar uma visão sobre a maneira como esta dinâmica funciona e por que alguns investimentos se transformam em espetaculares movimentos financeiros enquanto outros em uma autêntica tragédia.

Adicionar commodities ao seu portfólio de investimentos é um movimento não apenas oportuno, mas um passo digno de um investidor sábio e experiente.

Antigos e até mesmo tradicionais investimentos levaram muitos investidores à ruína dentro do novo panorama que passou a se configurar no colapso do mercado de 2008-2009. O que funcionava antes, é muito improvável que funcione novamente da mesma forma, ou no mesmo formato. O mundo mudou e por isso também tem de ser mudada a mentalidade de investir.

O mercado das commodities já sofreu bastante em épocas quando ações e títulos públicos (norte-americanos e europeus) também subiam e desciam a patamares extremos, mas já é chegada a hora do das commodities preciosas (ouro e prata) receberem o seu merecido quinhão. E isto já começou a acontecer.

Quanto aos Metais Preciosos (commodities por excelência), no Brasil já foi lançado o primeiro fundo em commodities metálicas (zinco, platina e níquel), embora, em nossa opinião, tenha começado com um foco de visão de investimentos nesses metais básicos um tanto quanto distorcido. Mas já é um começo.

Do cacau ao cobre, o mundo das commodities está repleto de oportunidades. No entanto, commodities não têm merecido a atenção devida na maioria das carteiras de investimentos do investidor brasileiro, apesar do fato de que muitas carteiras de investimentos em ações e títulos públicos vão se tornando cada vez mais arriscadas em uma economia profundamente influenciada pelos efeitos da crise internacional, bem como pela inquietante incerteza sobre guerras e conflitos vindouros. E este é um desses momentos, especialmente no Brasil que hoje vive a pior administração de todos os tempos.

É hora de hedge, de se proteger contra a inflação e de nutrir sua carteira de investimentos com os chamados “ativos defensivos” e dentre estes, como historicamente sempre foram, os melhores são o Ouro e a Prata.

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Equipe Ouro&Dinheiro