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Chegou a Hora para a Classe Média investir em Ouro! Poderia até parecer pretensão de nossa parte, mas a realidade é que nosso website tem cooperado para mudar a mentalidade das pessoas (principalmente a classe média) em relação ao ouro. Temos notado até mesmo novos artigos surgindo na internet, por parte de determinados segmentos do mercado de capitais que NÃO TÊM O MENOR INTERESSE EM QUE VOCÊ INVISTA EM OURO! Nem que seja em pequenas quantidades. E os motivos para o surgimento desses artículos são pra lá de óbvios. Bancos e corretoras desejam captar (os seus) recursos e investi-los em seus enormes leques de opções de investimentos, as quais carregam igualmente enormes taxas de administração e lucros reais pífios. Quem acaba ganhando muito mais do que você são eles próprios e o governo com sua insaciável sede por impostos. E este artigo é uma resposta a esse pessoal, mas é, principalmente, um artigo dirigido a você que almeja um futuro economicamente estável. Alguns dos argumentos preferidos dos adeptos do anti-investimentos em ouro e do pró-investimento em papéis (aqui papel tem sentido literal, sem valor real embutido, o que é, na realidade, o dinheiro de hoje). Argumento: 1- Investimentos em Ouro é só para grandes investidores. Falso! A procura da classe média norte-americana por ouro têm sido tão grande que a Casa da Moeda Norte-Americana, o US Mint, literalmente esgotou sua capacidade de produção de moedas de ouro bullion (que valem pela quantidade de ouro na peça, e não por valor numismático - antiguidade, beleza, etc.) e teve de interromper a aceitação de encomendas. Também o famoso site Kitco, um dos mais conceituados internacionalmente no território dos investimentos em metais precisos, teve de suspender as vendas de determinadas peças bullion (ouro puro) em razão da demanda ser muito maior do que sua capacidade para atendê-la. E isto nos foi dito, por escrito, por representantes do Kitco quando, recentemente, nossa equipe entrou em contato com eles. Por que será que os já bem conhecidos “compra ouro” das ruas das capitais brasileiras não param de aumentar, assim também como anúncios em jornais e na internet, quase que invariavelmente com o mesmo título no anúncio “Compro Ouro”? Todas estas coisas significam aumento da demanda pelo metal mais precioso e economicamente estável de toda a história humana, o Ouro! E quem são os principais fomentadores dessa crescente demanda pelo ouro (e também pela prata) tanto no exterior como no Brasil? A classe média! Frequentemente, donos de corretoras de valores, economistas, administradores de carteiras de investimento só se referem aos negócios realizados através da Bolsa de Mercadorias e Futuros, cujo contrato padrão é o de 250 gramas de ouro. Nesse ponto estão certos, até certo medida, pois desembolsar Reais para comprar 250 gramas de ouro não é mesmo pra qualquer um. Todavia, não é este o foco principal deste website, mas sim o de que você entenda e saiba como adquirir o METAL NOBRE OURO EM FORMA FÍSICA, e não um pedaço de papel que contém uma promessa de que poderá ser trocado pela quantidade de ouro negociada. E ainda que “ainda” possa, será que ainda poderá ser, de fato trocado por ouro físico no futuro? Argumento: 2- Ouro não rende juros, mas as aplicações financeiras sim. Aqui é que se encontra grande parte da sedução psicológica sobre os investidores em fundos e carteiras desse e daquele papel acolá (e não esqueçam das comissões e dos impostos cobrados)! Ora, juros sobre o que? Essas montanhas de papéis negociáveis são realizadas em cima do dinheiro oficial do Brasil, o Real, o qual só vale porque o governo assim o afirma (ou seja, lhe dá a garantia de um título resgatável. Mas resgatável em que? Em algum ativo de valor real tal como o petróleo, diamantes, rubis, terras, cobre, prata, ouro? Não! A resposta é resgatável em mais papéis, em papel moeda, no caso o Real, o qual se encontra em franca queda livre sugado pelo vácuo deixado atrás pela igualmente queda livre do dólar e do euro (isto mesmo! Do euro também)! Logo, apenas para não termos aqui que postar gráficos e tabelas (pois a conclusão independe delas do mesmo jeito), fite bem uma nota de um Real e veja o que você pode adquirir com esta cédula. Agora procure remontar a 10 anos atrás e lembre-se do que você podia comprar com essa mesma cédula. Reveja por si próprio ou indague de algum familiar seu com que quantidade de sacolaS de compra você podia sair carregando de um supermercado há 10 anos atrás, após gastar 50 Reais em compras, e hoje veja se sequer consegue sair do supermercado com, pelo menos, duas sacolinhas. E estamos aqui falando de produtos básicos, tais como produtos agrícolas simples, material de limpeza, de higiene pessoal, temperos e refrigerantes (só esta sequência de itens já nos soa que não será possível adquirir com uma cédula de 50 Reais. Os chamados índices econômicos são, em grande medida, instrumentos de camuflagem da inflação real que está corroendo o valor do dinheiro brasileiro mais rapidamente do que as próprias traças conseguem roer o papel moeda em si. Veja, por si próprio, se não é estranho essa quantidade de tantos índices (todos eles facilmente manipuláveis) a fim de dizer a mesma coisa (ou de manter a mesma propaganda): ICV, IGP-DI, IGP-M, INCC-DI, INCC-M, INPC, IPA-DI, IPC-DI, IPC, TR (e a lista não acaba aqui!). E estes índices estão tagarelando sobre a mesma coisa: o valor do Real. Argumento: 3 - Investir em Ouro e em Prata é complicado e é algo de alto risco. O único risco que vemos em investir em ouro é o risco de enriquecer, pois a acumulação de ouro e de prata é acumulação de riqueza real, tangível e palpável, e isto nos quatro cantos do planeta. Investir em ouro é complicado? Aqui fazemos questão de levantar uma pergunta: Você sabia que o Brasil possui uma das três maiores minas de Ametista do mundo? E onde fica essa mina? Você não ouve falar nem da mina e nem da sua localização na imprensa, nas seções de economia dos jornais e revistas, ou será que ouve? Nós nunca ouvimos. Porém estivemos lá, pessoalmente, fica no nordeste do Estado do Rio Grande do Sul, e o nome da cidade é Ametista do Sul. As gigantescas e extensas áreas subterrâneas de Ametista do Sul lembram os buracos de um queijo suíço, explosões de dinamite as ouvíamos o tempo todo, tremia tudo, e de lá saem caminhões e mais caminhões com toneladas de Ametista que são exportadas para a Ásia, pois a Ametista, falsamente chamada de pedra semi-preciosa (tecnicamente existem somente as pedras preciosas e as não preciosas) é uma pedra preciosa altamente apreciada pelos asiáticos. Também quem compra lá as ametistas a um preço x para revendê-las por x+y+z, não deseja que você conheça “a mina de ouro” das Ametistas brasileiras. Logo, a existência dessa cidade gaúcha não é alardeada aos quatro ventos. E se é assim com as Ametistas, as quais valem bem menos do que o ouro, o que dizer sobre este último? Não é de admirar que os investimentos em ouro e em prata não sejam também eles alardeados. Finalizando, aqui postamos o que está na primeira página do nosso site: "Se existe alguma coisa a respeito da qual se deva fazer exatamente o oposto do que o governo e a mídia lhe dizem para fazer, essa coisa é investir em ouro" Robert Ringer* *Robert Ringer é um empresário e escritor norte-americano, autor do best seller Restoring the American Dream. Equipe Ouro&Dinheiro |
