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Porque os Juros no Brasil são tão Altos? Primeiramente, a notícia, depois nossos comentários. Início da Notícia Alta da Selic amplia liderança do Brasil no ranking dos maiores juros reais do Mundo Alta da Selic amplia liderança do Brasil no ranking dos maiores juros reais do Mundo. Em segundo lugar dos países está a Austrália, com índice de 1,9%.
Agência Brasil
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Percorrendo análises de vários comentaristas de economia, encontramos as mais diversas e estapafúrdias explicações para as elevadas taxas de juros no Brasil. Ou seja, um autêntico banho de desinformação. Todavia, o real motivo para estas taxas elevadíssimas não são outros senão: ganância, ânsia pelo poder, estranhas "parcerias" entre o governo brasileiro e os bancos (ratificadas em forma de leis pelo Congresso Nacional), controle da população pela escravidão às dívidas, e também por curiosos mecanismos financeiros bancários e governamentais, algo praticamente nunca mencionado pela mídia patrocinada pelo governo e pelos bancos.
Fatos curiosos permanecem. Por exemplo, como pode o Orçamento Anual da União, em seu texto final, ter fixado as despesas para 2011 em R$ 2,07 Trilhões se pelos dados do Banco Central existem hoje pouco mais do que R$ 136 Bilhões de Reais de dinheiro em circulação?
Falar toda a verdade à população implicaria em potencial suspensão de verbas de propagandas tanto do governo (Petrobrás, Banco do Brasil, Caixa Econômica, dentre outros) e também de bancos concedidas às emissoras e jornais. Comece a prestar atenção em determinados jornais impressos, noticiários de televisão, programas de rádio, dentre outros. Observe que frequentemente é dito: "Um oferecimento Banco esse ou aquele", ou então durante o programa diversas propagandas de estatais brasileiras são mostradas.
A chamada Política Econômica brasileira é uma tragédia do início ao fim, e é em grande medida fundamentada nas teorias econômicas de John Maynard Keynes e, pasmem, de Karl Marx.
Embora Marx e Keynes discordassem em diversos pontos (são duas teorias econômicas bastante diferentes), o Marxismo e o Keynesianismo confluem e concordam entre si em um ponto central e essencial para ambos os pensamentos: Para estes dois, o intervencionismo estatal na economia teria de ser algo efetivo e inegociável, e a economia de livre mercado teria de ser, de qualquer maneira, abolida. E por mais incompreensível que possa parecer à primeira vista, uma legião de economistas de diversas partes do mundo continua a perseguir as idéias de Marx e de Keynes, mesmo a despeito dos retumbantes fracassos práticos de ambas as teorias. E isto está, de modo inequívoco, no bojo das raízes da atual crise econômica internacional, a qual, diga-se, apenas começou a mostrar a sua cara.
“O melhor modo para destruir o Capitalismo
é inflacionando a moeda”
“O melhor modo para destruir o Capitalismo
é inflacionando a moeda...
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Equipe Ouro&Dinheiro |