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Ouro&Dinheiro |
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Banco Central Russo Compra 15.6 Toneladas de Ouro
O Banco Central Russo elevou suas reservas em ouro em 2.6 por cento em Outubro, passando a 606.5 toneladas de ouro, segundo dados fornecidos pelo website do Banco Central Russo. O Banco Central Russo informou que deseja aumentar suas participações nos investimentos em ouro, aumentando suas reservas e a diversificação de seus investimentos. O metal é visto como um porto seguro em momentos de turbulências econômicas no mercado financeiro internacional, o que tem colaborado para que o ouro atinja níveis de preço a patamares de recordes históricos. O website do Banco Central Russo informa ainda que o valor da participação do Banco em posições de ouro foi elevado a $20.4 bilhões de dólares em novembro. O ouro russo elevou a 4.7 por cento, juntamente com reservas em divisas estrangeiras, as reservas russas - a terceira maior do mundo, somando $434.43 bilhões de dólares no início de novembro. O Ministro das Finanças russo, Alexei Kudrin, disse que 30 toneladas de ouro serão vendidas ao Banco Central Russo ainda este ano. O Banco Central vem aumentando, firme e progressivamente, suas participações em ouro desde janeiro de 2009. O maior aumento este ano se deu em julho, com o acréscimo de 0.6 milhões de onças. Em setembro deste ano, as reservas de ouro russas já ocupavam a nona posição no ranking internacional dos países com as maiores reservas de ouro do planeta. O total das reservas russas é composto por ouro, moedas estrangeiras e as chamadas (SDRs) Special Drawing Rights, um ativo de reserva internacional que funciona como a moeda corrente do Fundo Monetário Internacional (FMI), e ainda por alguns outros ativos. Sendo a Rússia uma economia grandemente exposta às variações dos preços da energia e do petróleo, há a previsão de uma contração em sua economia que deverá chegar a 7.5% este ano. O presidente russo Dmitry Medvedev admitiu que o impacto da crise financeira internacional sobre a Rússia foi muito maior do que o esperado, e sugeriu mudanças no modelo econômico. “Ao invés de
termos uma economia primitiva baseada principalmente em matérias-primas,
deveríamos criar uma economia mais inteligente, produzindo conhecimentos
únicos, novos bens e tecnologias. Bens e tecnologias úteis para as
pessoas”, afirmou.
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