“Se existe alguma coisa a respeito da qual se deva fazer exatamente o oposto do que o governo e a mídia lhe dizem para fazer, essa coisa é investir em ouro”. Robert Ringer

 - "Por mais de dois mil anos, as qualidades naturais do ouro o tornaram o meio universal de troca para os homens. Em contraste com o dinheiro político, o ouro é dinheiro honesto que sobreviveu às épocas e sobreviverá por muito mais tempo, mesmo até quando o papel moeda com valor estabelecido por governantes já tiver tido o mesmo destino de qualquer outro tipo de papel comum.”
(Hans F. Sennholz, 1922 – 2007. Renomado economista alemão, Professor de Economia do Grove City College da Pensilvânia, EUA, foi presidente da Foundation for Economic Education, publicou 18 livros sobre economia.)
 

Não ignoramos que o mundo caminha na direção de dias muito difíceis. Desastres naturais não param de ocorrer, o engano dos homens pérfidos e egoístas se alastra que nem peste implacável, a miséria e a pobreza se espalham pela terra de modo inaudito e para quem está atento, o sucessivo e crescente número de guerras e de conflitos espalhados pela terra não nos parece ser motivo para acreditar em uma reviravolta do mundo no sentido de uma situação econômica melhor do que a atual, muito pelo contrário.

Além do que, é já por demais evidente que os países islâmicos continuarão a fazer de tudo para minar as economias americana e européia. E de diversos modos têm sido bem sucedidos. O onze de setembro desencadeou uma sucessão de eventos irreversíveis e com reflexos diretos sobre a saúde financeira da economia global.

No Brasil o Comunismo já está sendo implantado a passos largos, sobretudo após a chegada do governo do Partido dos Trabalhadores, o qual se fundamenta em teorias econômicas utópicas e historicamente catastróficas, como por exemplo as teorias de Karl Marx e de John Maynard Keynes. A cartilha dos neo-comunistas brasileiros e sul-americanos é o Manifesto Comunista de Marx, obra indissociável do corpo de seus escritos, todos imprestáveis sob todos os aspectos, inclusive o econômico. E se é essa gente que governa o Brasil, fundamentada em teorias falaciosas e, historicamente, comprovadamente insalubres para a saúde econômica de qualquer nação, não é de se admirar que os aparentemente razoáveis resultados da economia de hoje venham a se configurar em uma das maiores tragédias políticas e econômicas que o continente sul-americano já presenciou. Um exemplo atual é a Venezuela, oprimida por uma Ditadura Comunista apelidada de Bolivarianismo pelo já defunto tiranete Hugo Chávez (1954-2013) e imersa em uma das mais graves crises financeiras de sua história.

 

"De que serve o dinheiro na mão do tolo, já que ele não quer obter sabedoria?" Provérbios 17:16

 

O comunismo é uma teoria filosófico-econômica com nefastas influências sobre a economia, além de ser um dos sistemas político-econômicos mais concentradores de renda e promotores da pobreza de que se tem notícia. Encontramo-nos, portanto, em solo frágil. E toda precaução em relação ao futuro de nossas finanças deve ser considerada vital. Quando uma parede desaba, já é tarde demais para lhe taparmos as brechas.

Até 1971, as moedas dos países eram equivalentes a uma proporção de ouro. As pessoas podiam, a qualquer tempo, realizar a troca de qualquer das principais moedas do mundo por uma determinada quantidade de ouro. Por exemplo, de 1934 a 1971 podia-se trocar US$35,00 dólares pelo equivalente em 31,1 gramas de ouro (uma onça troy). Hoje o valor do dinheiro já não é mais lastreado em coisa alguma, senão em medidas governamentais, índices de preços e de consumo, os mais variados, e isto sem falar que nada tem tido o poder de manter uma moeda livre de inflação (desvalorização da moeda).

Sendo assim, aqueles que podem ler os sinais dos tempos podem entender que a presente situação da economia mundial tenderá a se transmutar em algo ainda muito pior, onde o papel moeda de muitos países poderá valer tanto quanto papel higiênico, à semelhança do que já tem ocorrido em diversas economias do planeta. Eis alguns exemplos:

 

- Dólar do Zimbábue: 1 ZWD = 0.00000000005353 Dólares. Para comprar 1 Dólar eram necessários 18.681.527.512,36 ZWD.

Nota: Como havíamos previsto há anos atrás, o Escambo passou a ser o meio de troca no Zimbábue a partir de abril de 2009.
Sua moeda virou souvenir. Pelo excesso de dinheiro em circulação (emissão de papel-moeda) hoje o Dólar do Zimbábue já não vale mais nada! Foi extinto em 2009.

 

Outros Exemplos Históricos

- Dong do Vietnam: 1 Dólar valendo 16.745,00 VND. 1 EURO valendo 0.0000383164 VND. Pelo índice XAU sendo necessários 429.223,37 VND para se comprar 1 (um) grama de ouro.

- Kwacha do Zâmbia: 1 Dólar valendo 3.375,00 ZMK. Ouro 1g = 99.215,23 ZMK

- Rials do Irã: 1 IRR = 0.0000688162 EUROS. Ouro 1g = 274.831,20 IRR

- Shillings da Somália: 1 Dólar valendo 1.387,77 SOS

- Rúpia da Índia: 1 INR valendo 0.0151393 EUROS

E por aí vai... Os exemplos são muitos, basta que se pesquise.
 


No caso do Brasil, já possuímos as seguintes moedas correntes: Réis, Mil Réis, Cruzeiro, Cruzeiro Novo, Cruzado, Cruzado Novo, Cruzeiro Real e Real. Imagine que alguém possuísse hoje uma montanha destes papéis, o que eles valeriam hoje? Nada! E isto sem falarmos que o Brasil de hoje é tão superavitário quanto endividado até às mais profundas entranhas, um dívida pública crescente e que já ultrapassa R$ 2,12 Trilhões de Reais (2014).

O impacto hiperinflacionário na história das moedas brasileiras é de tal ordem, que se ainda hoje usássemos o antigo Real (Réis no plural) das primeiras décadas do século XX, para se comprar apenas 3 pães, a 6,00 Reais o kg, precisaríamos de nada menos do que 2.700.000.000.000.000.000,00 Réis!

Sem mencionar as históricas vantagens econômicas do ouro e também da prata, o comportamento do mercado internacional diante do ouro é uma evidência por si só incontestável de que hoje os metais preciosos estão tomando o rumo de uma nova e rápida ascensão à valorização destes ativos, o que também os faz possuir o valor agregado da segurança do investimento, o que poucos papéis ainda possuem.

O ouro e a prata são ativos como os imóveis, a terra, carros e máquinas de produção industrial. É algo que você possui, tangível e durável, e que pode ser passado às gerações futuras. Diferentemente do papel-moeda, o ouro e a prata não dependem da situação econômica de quem o emite, seu valor é intrínseco, ou seja, um valor que já lhes são próprios por natureza. E isto jamais mudará.

Também o dinheiro eletrônico (alguns economistas o chamam de "dinheiro bancário" - são apenas números armazenados em servidores) vem sofrendo uma desvalorização acelerada, e o crédito atual oferecido pelos bancos (números - dinheiro digital) não significará coisa alguma caso as principais economias do planeta entrem em colapso. Ou se poderá utilizar os históricos metais preciosos como meio de troca, ou se retornará ao escambo dos tempos primitivos. Ou pior ainda, pobreza, escassez e miséria.

Todavia, comprar e vender Ouro no Brasil não é uma tarefa assim tão simples, principalmente no que diz respeito à liquidez do Ouro. Em algumas situações, vender o seu Ouro pode lhe trazer alguma dor de cabeça e até mesmo prejuízos financeiros. Voltaremos ao assunto logo adiante.
 

Os Metais Preciosos

Razões para se investir em ouro

-Reserva de valor durável, de fácil manejo e transporte, não sujeita às mesmas flutuações inflacionárias do papel-moeda, e nem à catástrofes do mercado de ações. Disponibilidade em diversas formas e pesos.
-Ativo financeiro aceito internacionalmente e com liquidez garantida.
-Em 5.000 anos de história, nada de significativo jamais pôde mudar o valor universal do ouro.
-O ouro possui valor real e tangível. É dinheiro real (como também a prata). O dinheiro atualmente em circulação tem seu valor determinado pelo governo, o qual rege (ou manipula) uma infinidade de índices e de indicadores cuja finalidade é dizer ao público quanto vale o papel moeda. O ouro não está sujeito a esse tipo de manipulação. O ouro vale porque é ouro, e ponto final.
-A proporção entre a procura por ouro (demanda) e a produção de ouro (que influencia a oferta) está em ascensão à favor do ouro. A demanda é crescente, tende a continuar a ser, o que só poderá causar a valorização do metal.
-O ouro era a principal moeda de quase toda a Europa, Ásia e Américas, até 1971. Também a prata, todavia em menores proporções. O ouro tem passado como meio de troca (dinheiro) e reserva de valor (enriquecimento) através dos anos e das civilizações por algumas razões básicas:

* É raro, belíssimo, difícil de ser encontrado e os custos de mineração são elevados
* É praticamente indestrutível
* É compacto
* É maleável e divisível

Razões para se investir em prata

Progressivamente, a Prata vem reassumindo seu papel histórico como a melhor forma de dinheiro após o Ouro. Especialistas renomados têm indicado que a Prata terá um lugar de destaque surpreendente na economia mundial nos próximos anos. E, interessantemente, há menos prata disponível para acumulação (enriquecimento) no mercado internacional do que ouro. A demanda para o uso industrial da prata tem crescido surpreendentemente nos últimos anos. A Prata é o melhor condutor térmico e elétrico dentre todos os metais, incluindo o cobre. Todas estas coisas apontam para um fenômeno já em pleno curso, a valorização da prata. A demanda de prata atual no mundo hoje gira em torno de 900 milhões de onças por ano, porém a média de produção mundial de prata é de apenas 480 milhões de onças. É um nível perigoso, visto que sua produção e disponibilidade vêm declinando, ao passo que a demanda da prata vem aumentando sistemática e progressivamente. Por isso a prata promete muito como investimento e reserva de valor.
Bilionários como Warren Buffet e Bill Gates são grandes investidores em prata. A ponto de Gates deter mais de 10% de toda a prata de uma das maiores refinadoras de prata do mundo, a PAAS.

Além da segurança econômica que o Ouro e que a Prata podem dar aos seus possuidores, com o passar do tempo sua valorização ultrapassa, e de longe, a valorização de qualquer papel-moeda. E a História é testemunha disto. Leia mais sobre a Prata aqui.

Sobre as vantagens, riscos e sobre a liquidez do Ouro, clique aqui.