“Se existe alguma coisa a respeito da qual se deva fazer exatamente o oposto do que o governo e a mídia lhe dizem para fazer, essa coisa é investir em ouro”. Robert Ringer

  Curiosamente, o comportamento humano apresenta padrões de repetição interessantes, embora em determinadas ocasiões, dramáticos e perigosos.

Não são poucas as histórias que se ouve de situações onde cidades inteiras se encontravam sob a ameaça de alguma avalanche ou erupção vulcânica e se mostraram descuidadas, sobrevindo a ruína a muitos. Sinais de tremor eram sentidos por toda parte, paredes e muros desabavam, mas nada de grandes alarmes, mas apenas uma esperança vã e infundada tomava conta de muitos.

Isto até que alertas eram, finalmente, dados (mesmo quando já mais nada poderia ser feito) e populações inteiras eram solicitadas a abandonar esta ou aquela região em razão do perigo de destruição iminente.

Todavia, sempre houve aquelas pessoas que, demasiadamente otimistas (ou incautas mesmo) se recusavam a deixar suas moradias, mesmo a despeito de grandes probabilidades que falavam a favor de uma tragédia iminente. E em algumas ocasiões, o pior aconteceu para aqueles que, obstinadamente, permaneceram em suas casas a despeito das ameaças visíveis das tragédias que se anunciavam.

Em se tratando da crise financeira internacional, é mais do que facilmente perceptível que a grande mídia (subserviente e vendida) alardeie que “tudo não passa de um susto e que tudo terminará bem”. Nada, porém, mais falso!

Toda a engrenagem do atual sistema econômico e financeiro internacional está desgastada, apodrecida e com seus dias contados.


Os atuais governos populistas dos EUA e Brasil (este último a caminho de terminar de deslanchar o neocomunismo sul-americano através do governo petista), ainda procuram promover festins com o dinheiro público. É algo como se banquetear em dias de matança.

Paul Craig Roberts, em The Crisis is not Over, assim se refere à atual situação da economia norte-americana:

“As ameaças à economia dos EUA são extremas. No entanto, nem a administração Obama, a oposição republicana, economistas de Wall Street, nem a mídia parecem mostrar qualquer sinal de alarme. Em vez disso, o público é suprido com desinformação sobre a recuperação econômica dos EUA e sobre os enormes gastos em guerras sem sentido que estão acelerando a ruína econômica da América.”
 


A Grave e Preocupante Depreciação do Real

Um dado real e fundamental:

Total do Meio Circulante Nacional: R$ 206.798.025.577,44 (01-2016)
Total do Meio Circulante Nacional: R$ 63.172.311.419,24 (Há exatos 10 anos atrás). Fonte: Banco Central

O Brasil possui uma dívida pública pra lá de assombrosa, um superávit pueril na balança comercial sustentado (a duras penas) pelo setor de commodities (e por mais nada), um governo populista e comunista, uma população que não poupa, um paquiderme gigantesco de “benefícios sociais” sem nenhuma contrapartida em produção, uma estagnação tecnológica e de produção científica, e o que é ainda pior, uma economia fortemente voltada em grande parte para o mercado interno ao passo que a economia globalizada tende a punir impiedosamente as nações fechadas e protecionistas. Por isso, a situação econômica do Brasil é insustentável a longo prazo!

O Brasil já se tornou em uma economia com características de nação neo-escravagista à semelhança da Rússia e da China. Em outras palavras: um estado hiperconcentrador de renda e que mal consegue sustentar a si próprio, passo a passo se desindustrializa e emprega de modo precário grandes hordes de trabalhadores massacrados por um fenômeno inflacionário extremamente nocivo e por uma depreciação perigosa de nossa moeda.

Observemos, por exemplo, a economia alemã (de longe, a mais frutífera de todo o continente europeu, e a terceira maior economia do mundo - ficando atrás apenas dos EUA, China e Japão). É uma nação cujo solo é generoso em matéria prima (destaque para a metalurgia, indústria química e para a constância de sua produção voltada para o mercado externo e com uma população exemplarmente disciplinada). É, sobretudo, uma economia de mercado, e altamente competitiva. E não seria exagero algum afirmar que a União Econômica Européia, com sua Zona Euro, seria completamente inviável não fosse a pujança da economia alemã.

Ainda assim, esse colosso econômico está se enfraquecendo devido à praga socialista que já vai se disseminando, qual peste, mundo afora, patrocinada pela Organização das Nações Unidas, esta por sua vez firmemente posicionada no afã de estabelecer uma Nova Ordem Econômica e Política Global e com uma moeda única. Formar um Governo Mundial, esta é a real intenção deles.

E o que dizer do Brasil? Tristemente, uma nação cujo solo é ainda mais generoso do que o solo alemão, muito mais extenso, porém infestado pela categoria mais nefasta que existe sobre a terra: os políticos.

A História está repleta de evidências que demonstram que nações ricas, mas com pesada intervenção estatal na economia (como o Brasil, por exemplo) tem poucas chances de sucesso econômico no longo prazo.

Não há nenhum exemplo histórico onde o Estado tenha sido a própria fonte de seu sustento e prosperidade. As intervenções estatais na economia quase que invariavelmente se resumem a tragédias econômicas, mais cedo ou mais tarde.

Aceitar a realidade de que o pior ainda está por vir, não se acomodar a períodos de breves estabilidades, e acima de tudo, não dar crédito a governos populistas é o mínimo que se pode fazer a fim de se proteger de Estados populistas e intervencionistas.

Prepare-se para um futuro de grandes e dolorosas incertezas! Livre-se, o quanto antes, de suas dívidas, não contraia empréstimos e acumule bens duráveis e de valor real: ouro, prata, terras, imóveis e pedras preciosas!


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