“Se existe alguma coisa a respeito da qual se deva fazer exatamente o oposto do que o governo e a mídia lhe dizem para fazer, essa coisa é investir em ouro”. Robert Ringer

 As históricas vantagens econômicas do ouro (e também da prata) e o comportamento do mercado internacional diante do ouro são evidências por si só incontestáveis de que hoje os metais preciosos estão tomando o rumo de uma nova, rápida e inédita, ascensão à valorização destes ativos, o que também os faz possuir o valor agregado da segurança do investimento, o que poucos papéis ainda possuem.


O ouro é um ativo tangível como os imóveis, a terra, carros ou gado. É algo que você possui, palpável, durável, com valor permanente, e que também pode ser passado às gerações futuras.
Diferentemente do papel-moeda, o ouro e a prata não dependem da situação econômica de quem o emite, seu valor é intrínseco, ou seja, um valor que já lhe é próprio por natureza.

Também o dinheiro eletrônico (alguns economistas o chamam de “dinheiro bancário” - são apenas números armazenados em servidores) vem sofrendo uma desvalorização acelerada, e o crédito atual oferecido pelos bancos (números - dinheiro digital) não significará coisa alguma caso as principais economias do planeta entrem em colapso, o que parece não estar muito longe de acontecer.

Diante da atual e gravíssima situação econômica que atinge o mundo todo, não há como deixar de fora os históricos metais preciosos como reserva de valor ou como parte integrante do lastro de moedas (ainda que em proporções diversas). Caso isso não seja feito, será mais do que nunca algo completamente plausível ter de se retornar a alguma coisa como o escambo dos tempos primitivos. Ou pior ainda, corre-se o risco de se ter que admitir a existência de moedas completamente simbólicas (o que só aumentaria o controle e a manipulação dos governos sobre seus cidadãos). Ou ainda, ter que se admitir a realidade da mais dolorosa miséria diante de economias falidas e completamente devastadas.

A Prata

A fascinação da humanidade pela prata é desde tempos remotos, e ela tem sido usada como dinheiro há pelo menos 6000 anos.
Embora a prata seja relativamente escassa, ela é o mais abundante e o mais barato de todos os metais preciosos. Todavia, devido aos seus usos industriais, a quantidade de prata disponível encontra-se em declínio, pois muitos dos componentes eletrônicos que utilizam prata, a utilizam de modo a que sua recuperação seja impossível (não há como ser reciclada). E seu preço, ainda relativamente barato, certamente não poderá assim ser mantido por muito mais tempo.

Os metais preciosos são valorizados pela sua beleza e relativa raridade na crosta terrestre, além de possuírem propriedades superiores a outros metais. São muito maleáveis, altamente resistentes à corrosão, superiores refletores de luz e são insuperáveis como condutores de calor e de eletricidade.


Além de significar status e riqueza, a prata tem sido um dos metais preciosos considerados mais românticos e desejados. Sua beleza é conhecida desde tempos remotos, e muitos já saíram pelo mundo afora em busca deste metal, mesmo em lugares inóspitos e de difícil acesso. Na realidade a prata teve um papel histórico e de enorme importância na vida européia e americana (Américas).