“Se existe alguma coisa a respeito da qual se deva fazer exatamente o oposto do que o governo e a mídia lhe dizem para fazer, essa coisa é investir em ouro”. Robert Ringer

 - Em toda grande capital brasileira se multiplicam cartazes, anúncios em jornais, panfletagens e ainda outras maneiras de se anunciar: “Compra-se Ouro!”, ou “Compro Ouro!”. Para a imensa maioria das pessoas, completamente alienadas da realidade econômica do Brasil e do mundo (e isto devido a uma série de astutas estratégias psicológicas de alienação das massas promovidas por tiranetes já bem conhecidos), os “compro ouro” passam praticamente despercebidos por quem, nem por um relance, imagina o que esteja, de fato, acontecendo com a economia do Brasil e do mundo. Todavia, o crescimento desta atividade é um fenômeno que traz consigo uma como que predição certeira do futuro do mercado dos metais preciosos tanto no Brasil como também no mundo.


Esta inédita atual valorização do ouro (e que seguramente também acontecerá com a prata - em breve) é uma evidência econômica incontestável de que estamos em tempos de grandes incertezas quanto ao futuro da economia mundial. E é por esta razão que o ouro, historicamente um protetor de riquezas e porto seguro para as economias, sejam elas de pessoas físicas, de grandes corporações e também de nações, está sendo cada vez mais buscado. O diferencial aqui fica por conta da magnitude desta procura pelo metal dourado, algo que nunca jamais foi visto em tamanhas proporções (e nem tampouco também tamanha especulação em torno desta commodity preciosa jamais havia ocorrido). E se o que agora assistimos nos parece algo extraordinário, esperemos algo como dois a três anos a partir de agora, e então este cenário se tornará ainda mais exuberante e visível até mesmo por quem hoje se demonstra completamente cético em relação aos investimentos em metais preciosos.


Se você deseja comprar ouro ou prata, atente bem para o fato de que uma substancial queda no preço dos metais preciosos é algo muito pouco provável de ocorrer, sobretudo porque já estão postas as engrenagens para o dinheiro digital mundial, o qual substituirá o papel moeda de modo irreversível (o que não se sabe é quando). Ocorre, todavia, que esta substituição planejada do dinheiro tradicional pelo dinheiro eletrônico trará consigo enormes perdas de liberdade e de privacidade, pois a filosofia do dinheiro digital é tornar-nos totalmente dependentes de um novo sistema econômico mundial onde já não mais possuiremos dinheiro tangível e palpável, mas sim uma conta digital monitorada, sem a qual não poderemos realizar as trocas regulares que hoje são feitas com dinheiro em espécie. Sai o papel moeda, entra em cena, pra valer, o dinheiro eletrônico, e com ele vem o monitoramento e a cessação de liberdades.

 

É um sistema perverso, empobrecedor e francamente escravagista. A Nova Ordem Econômica e Política Mundial já não mais pode ser vista como sendo apenas teoria conspiratória, a realidade dos fatos é gritante e os planos para a implantação de um governo único mundial já nem mais sequer são ocultados pelos próprios artífices desta manobra sinistra. E a economia mundial com seu atual sistema financeiro propositadamente enfraquecido e debilitado se encontra no território central desse amplo estratagema de dominação. É algo inédito e também assustador.


Diante do que já começou a ocorrer, as pessoas passam a perceber que a liberdade será algo sobremodo desejado, e entenderão que independência e liberdade econômica e financeira só poderão existir se possuirmos bens tangíveis e palpáveis, como terras, gado, maquinários, veículos, casas, roupas, alimentos, dentre outros itens que hoje ainda podemos adquirir com uma certa liberdade. Todavia, em um futuro já bem próximo, a aquisição destes bens ou se dará pelo tal dinheiro digital escravizante ou se dará através de trocas. E o que mais poderá servir como de meio de troca senão as mesmas coisas que têm servido a esta função ao longo de 6000 anos de História? O Ouro e a Prata! Possuir ouro e prata significará possuir liberdade, riqueza real e imune a toda uma série de tempestades econômicas devastadoras que ainda se abaterão sobre todo o cenário econômico e político internacional. As crises norte-americana e européia, com menção devida a uma situação de crescente instabilidade política e econômica no ambiente asiático, são sinais evidentes de que uma enorme transformação está em plena atividade.


Se hoje alguém que pense em começar a investir em metais preciosos receia pela liquidez destes ativos, isto é porque sua visão provavelmente ainda se encontra limitada diante da reluzente realidade do histórico comércio dos ativos ouro e prata.

Para muitos, a liquidez das peças preciosas se limita às recompras um tanto quanto desvantajosas oferecidas por determinadas Distribuidoras de Títulos e Valores Mobiliários (DTVMs), aos ridículos preços oferecidos pelos “compra ouro”, ao famoso (e desvantajoso) penhor de jóias da Caixa Econômica, às limitações relativas aos contratos com o ouro negociado na BM&FBovespa (com pouca liquidez), e ainda influenciados por uma forte e persistente propaganda contrária aos investimentos em metais preciosos, algo completamente desvantajoso para o stablishment do velho enlace governos-bancos. Mas a realidade do mercado das commodities preciosas vai muito mais além disso.

O Brasil é um grande produtor de ouro (não o é de prata), e o mercado do ouro está ficando de tal forma aquecido que dificilmente ainda haverá algum receio quanto à liquidez deste metal precioso. Se por um lado hoje determinadas DTVMs se encontram estrategicamente posicionadas e lucrando bem com o que é somente o prólogo do aquecimento do mercado dos metais precisos, e por isso recompram as barras que vendem com gorduchos ágios e taxas embutidas, esta realidade tende a mudar rapidamente. Porém, vale lembrar que estas mesmas DTVMs estão proporcionando aos brasileiros uma oportunidade única a fim de que pequenos e médios investidores tomem posse do ouro de seu próprio solo, haja vista o fato de grande parte do nosso ouro se esvair rumo a outros países em uma velocidade e ritmo preocupantes. Grande parte desse ouro tem tido o Canadá como destino e a presença de mineradoras estrangeiras no Brasil é bem maior do que muitos imaginam.

Ironicamente, o Banco do Brasil que também negocia ouro, não parece em nada preocupado com o fomento deste mercado, e as moedas comemorativas em ouro e em prata que comercializa são caras e não há oferta de recompra para estas peças (baixa liquidez). Lembrando aqui que a venda de moedas comemorativas é apenas uma modalidade a mais oferecida pelo BB às pessoas físicas e jurídicas para negócios com ouro. O Banco do Brasil também negocia ouro em barras e realiza a custódia do metal. Difícil é encontrar em suas agências funcionários treinados e informados sobre o mercado das commodities preciosas.

Em relação aos “compra ouro” espalhados pelas grandes e médias cidades brasileiras, estes só existem porque muitos ainda desconhecem as espetaculares oportunidades do mercado dos metais preciosos. É fato que a margem de ganhos das DTVMs não pode ser muito ampla às custas dos prêmios embutidos nas negociações com ouro. Porém nos EUA, na Europa e na Austrália, muitas pessoas já estão negociando seus metais preciosos entre si, e a multiplicação dos mercados virtuais na internet tem proporcionado um salutar ambiente para estas negociações. Também o aprimoramento das tecnologias para a produção de peças de metal nobre tem servido a uma praticidade cada vez maior neste mercado em franca expansão no Brasil. Em um futuro imediatamente próximo, quem quer que seja que negocie ouro terá que, inevitavelmente, aumentar o preço que hoje é pago pela compra e pela recompra do ouro para quem desejar se desfazer do metal, pois a relação oferta e demanda já se encontra bastante estreita (estamos nos referindo ao ouro físico, não a títulos de negociação com ouro). A cada dia que passa, mais se sofisticam os conhecimentos sobre o mercado do ouro e da prata, e nosso website e você que lê este artigo, temos a possibilidade de colaborar com este fomento, o que tornará o mercado dos metais preciosos no Brasil mais robusto e saneado.

Serão tantas as pessoas buscando comprar ouro como também serão muitas as que desejarão compradores para ele. E isto sem falar no fato de que parte desse ouro já não mais trilhará o caminho de troca por dinheiro em espécie, ou mesmo digital, pois o próprio ouro é, por excelência, o mais valioso e confiável meio de troca que sempre existiu. Ouro é dinheiro de verdade!
Não faltarão compradores dispostos a pagar um bom preço pelo seu ouro e pela sua prata. E, acredite, você não terá dificuldade alguma em encontrá-los. Eles serão muitos!